Entre performance e experiência: AMD e Logitech na gamescom latam 2026

Em um evento como a gamescom latam, onde cada estande parece disputar atenção no volume, na iluminação e na quantidade de novidades, algumas marcas conseguem chamar atenção justamente por fazer o visitante parar e observar os detalhes. Entre periféricos, experiências interativas e espaços pensados para além da simples demonstração técnica, AMD e Logitech apostaram em algo que vem ficando cada vez mais evidente no universo gamer: jogar já não é só sobre desempenho, mas também sobre experiência.

A presença da AMD na gamescom foi um reflexo disso. Nós tivemos o prazer de conversar com a Daniela Nunes, gerente de marketing da marca, e ela compartilhou um pouco da estratégia atual e das novidades levadas ao público brasileiro, em uma conversa que acabou revelando muito sobre como o mercado gamer vem mudando nos últimos anos.

Entre os principais focos apresentados esteve a nova série Radeon RX 9000, posicionada como uma evolução importante dentro do portfólio da empresa. Segundo Daniela, existe hoje uma preocupação da AMD em atender diferentes perfis de jogadores, desde quem busca máxima performance até consumidores que priorizam mobilidade ou precisam de soluções mais versáteis para o dia a dia.

Essa preocupação em atingir públicos diferentes aparecia de forma bastante clara no estande. A marca apostou em demonstrações práticas utilizando jogos mais pesados, daqueles que realmente exigem muito do hardware e conseguem evidenciar diferenças de desempenho. Era uma forma bastante objetiva de mostrar ao público o potencial dos novos equipamentos em cenários reais, especialmente para jogadores que buscam performance mais consistente.

Mas talvez um dos detalhes mais interessantes do espaço da AMD não estivesse apenas nas máquinas em funcionamento. Um dos pontos que mais chamavam atenção eram os setups personalizados produzidos por artistas convidados pela marca. Em meio ao caos visual típico de uma feira de games, eles acabavam funcionando quase como pequenas exposições dentro do próprio estande (Que diga-se de passagem, muito lindos!!).

Cada setup tinha personalidade própria, misturando referências do universo gamer, estética, iluminação e criatividade de um jeito que transformava computadores em verdadeiras peças de decoração. Mais do que demonstrar potência, havia uma tentativa clara de mostrar que o setup também virou uma forma de expressão pessoal dentro da comunidade gamer. E, honestamente, estavam muito bonitos.

Esse cuidado visual conversa diretamente com uma mudança importante no comportamento do consumidor gamer, algo que também surgiu durante o papo com Daniela. Segundo a gerente, o público está cada vez mais exigente e atento à experiência entregue pelas marcas. Hoje, não basta apenas prometer inovação. Existe uma cobrança muito maior para que o produto realmente corresponda às expectativas, tanto em desempenho quanto em usabilidade.

E talvez isso explique por que tantas empresas passaram a investir não apenas em hardware potente, mas também em tudo o que envolve a experiência de jogar.

A Logitech foi uma das marcas que reforçou exatamente essa ideia na gamescom latam 2026. A passagem pelo espaço da empresa deixou claro como periféricos deixaram de ser acessórios quase “coadjuvantes” para ocupar um papel central dentro da experiência gamer.

Mouse, teclado, headset e até ergonomia ganharam outro peso nos últimos anos. Não se trata apenas de jogar, mas de como se joga.

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No estande, a Logitech apostou em demonstrações de periféricos voltados tanto para jogadores competitivos quanto para quem busca conforto e personalização. Entre os destaques apresentados estiveram novidades da linha gamer da marca, incluindo teclados mecânicos e equipamentos focados em maior precisão, resposta rápida e adaptação ao estilo de cada jogador. O espaço também permitia uma aproximação prática do público com os produtos, algo importante em um mercado onde sensação de uso faz muita diferença.

E isso talvez seja uma das coisas mais interessantes de observar em uma feira como a gamescom. Existe um momento em que especificações técnicas deixam de ser suficientes e o visitante quer simplesmente testar, sentir o clique de um teclado, perceber o peso de um mouse, experimentar um headset e imaginar aquilo dentro do próprio setup.

A impressão deixada tanto pela AMD quanto pela Logitech é que o mercado gamer entendeu uma coisa importante: desempenho ainda importa muito, claro, mas experiência também virou prioridade. O jogador quer potência, mas também quer conforto, identidade visual, praticidade e equipamentos que acompanhem seu jeito de jogar.

No fim, em meio a tantos lançamentos e corredores lotados, ficou difícil ignorar como os periféricos e a personalização ganharam protagonismo dentro da gamescom latam. Se antes bastava um computador forte, agora existe uma busca muito maior por uma experiência completa. E, pelo que as marcas mostraram este ano, essa tendência parece estar longe de desacelerar.

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Eu, Astronauta

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